Veltroni quer reduzir <br>salários dos deputados
O líder do Partido Democrático, Walter Veltroni, considerou na semana passada que os deputados italianos ganham salários «excessivos», num país que tem remunerações abaixo da média europeia.
Para além de propor uma redução dos vencimentos dos políticos, o programa eleitoral de Veltroni visa igualmente uma redução para 470 deputados na câmara baixa (actualmente 630) e para 100 no senado (actualmente 315).
Os elevados salários dos políticos e os privilégios que usufruem converteram-se num dos temas quentes da campanha eleitoral em Itália. Segundo dados revelados pela imprensa, um deputado aufere 14.167 euros por mês, podendo acumular uma pensão vitalícia, cujo valor depende do número de legislaturas em que foi eleito, com outra que decorra da sua actividade profissional.
Em grandes parangonas, os jornais dão conta que o Estado suporta os custos de 150 mil automóveis oficiais e gasta mais de 20 milhões de euros por ano em voos dos deputados.
Também na semana passada, o Ministério das Finanças lançou mais uma acha para a fogueira divulgando as declarações de rendimentos dos políticos. Sem surpresa, soube-se que Sílvio Berlusconi, o magnata das telecomunicações, é o político mais rico do país, tendo declarado em 2006 um rendimento de quase 140 milhões de euros, ou seja, cinco vezes mais do que os 28 milhões de euros encaixados no ano anterior.
Com rendimentos incomparavelmente inferiores surge, na segunda posição, a deputada de direita, Daniela Santanché, com 237 mil euros anuais, e em terceira posição, o presidente da Câmara dos Deputados, Fausto Bertinotti, da Refundação Comunista, com 233 mil euros.
Para além de propor uma redução dos vencimentos dos políticos, o programa eleitoral de Veltroni visa igualmente uma redução para 470 deputados na câmara baixa (actualmente 630) e para 100 no senado (actualmente 315).
Os elevados salários dos políticos e os privilégios que usufruem converteram-se num dos temas quentes da campanha eleitoral em Itália. Segundo dados revelados pela imprensa, um deputado aufere 14.167 euros por mês, podendo acumular uma pensão vitalícia, cujo valor depende do número de legislaturas em que foi eleito, com outra que decorra da sua actividade profissional.
Em grandes parangonas, os jornais dão conta que o Estado suporta os custos de 150 mil automóveis oficiais e gasta mais de 20 milhões de euros por ano em voos dos deputados.
Também na semana passada, o Ministério das Finanças lançou mais uma acha para a fogueira divulgando as declarações de rendimentos dos políticos. Sem surpresa, soube-se que Sílvio Berlusconi, o magnata das telecomunicações, é o político mais rico do país, tendo declarado em 2006 um rendimento de quase 140 milhões de euros, ou seja, cinco vezes mais do que os 28 milhões de euros encaixados no ano anterior.
Com rendimentos incomparavelmente inferiores surge, na segunda posição, a deputada de direita, Daniela Santanché, com 237 mil euros anuais, e em terceira posição, o presidente da Câmara dos Deputados, Fausto Bertinotti, da Refundação Comunista, com 233 mil euros.